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Luciane BOGANIKA


Doctorant

Coordonnées personnelles

Publications

2017


  • Bernardon de Oliveira, K., & Boganika, L. (2017, octobre 26). Português Língua Estrangeira à distância: Ensino e reflexão. IV Jornadas Pedagógicas de Português 2017, Copenhague, Danemark. Consulté de http://jornadasdeportugues.ku.dk/

  • Bernardon de Oliveira, K., & Boganika, L. (2017). A HETEROGENEIDADE NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE PLE: ASPECTOS INDIVIDUAIS NA COLETIVIDADE. Simpósio SIPLE 2017, Faculdade de Letras - ULisboa, Portugal. Consulté de http://www.siple.org.br/index.php?view=category&id=74%3Asimposio-siple-2017&option=com_content&Itemid=54
    Résumé : A presente comunicação discorre acerca do elo vinculado entre reflexão didática e aplicação prática de ensino. Propomo-nos aqui a apresentar uma aplicação de uma sequência pedagógica a partir da reflexão sobre a heterogeneidade muitas vezes presente no entorno de ensino/aprendizagem de uma sala de aula de língua estrangeira. O contexto do qual partimos para essa exposição são os grupos de português língua estrangeira para não-especialistas (LANSAD/Service des Langues) nas universidades francesas. Nesse âmbito, concebemos a sala de aula como um lugar favorável para o encontro de diferentes aspectos não só dos alunos, mas também no que diz respeito ao professor. É essa a heterogeneidade a qual nos referimos, ou seja, cada indivíduo que faz parte da dinâmica de ensino/aprendizagem traz e vem com uma carga específica de experiências relacionadas ao repertório linguístico/cultural, área de conhecimento/estudo e objetivo de aprendizagem. Como corrobora Porcher (1994:11), essa carga individual trata-se da “ ... presença do particular no universal e a dimensão universal presente no particular”. Assim, nosso objetivo é apresentar uma sequência didática de PLE elaborada com o intuito de analisar e utilizar a favor do ensino/aprendizagem o conjunto linguístico e cultural dos indivíduos que compõem uma sala de PLE iniciantes. Mais especificamente, apresentaremos, nesta comunicação, atividades possíveis para as duas primeiras aulas com esse grupo de alunos. Através dessa proposta didática, veremos que, ao invés de entrar numa dinâmica homogeneizadora, poder-se-ia utilizar a heterogeneidade como um fator componente benéfico no ensino de línguas estrangeiras, visto que além do respeito à individualidade do aluno, o aluno é ativo, não só no seu próprio aprendizado, mas também na colaboração, na reflexão e na construção coletiva do conteúdo e do saber.
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